Nesse final de semana que foi super calorento aqui em São Paulo fiz um footing básico e fui ver a simpática exposição de ornamentos indígenas que está no Conjunto Nacional e tomar uma cerveja sozinho pra pensar na vida. Então D. me ligou dizendo que tinha uma surpresa pra mim, que eu ia adorar, que eu tinha que ir para a casa dele a qualquer custo. E eu estava um pouco relutante em aceitar o convite porque precisava daquele tempinho comigo mesmo. Apesar de dizer isso pro D., ele disse que a surpresa valia muito a pena, e paguei pra ver.
O D. é meu amigo de anos. Nos conhecemos num Mercado Mundo Mix na época que era na Barra Funda. Ok, pare já de calcular minha idade e foca na história.Ele sempre teve uma vida pra lá de confortável, sem preocupações com dinheiro ou sexo. E gosta muito dos dois. Ele parece um Zac Effron de 35 anos com um corpo meio surfistinha. Um dia ele estava no banho me pediu para pegar uma toalha. Vi de relance que ele tem um pau de um bom tamanho e uma bunda escultural.
Já estava no elevador do prédio dele. É antigo e tem um cheiro esquisito de talco. Ele abre a porta do elevador:
- Jorge, você não vai acreditar, olha quem tá aí na sala!
O que é uma biba sems ua amiga sapa? A C. tinha voltado se surpresa da Alemanha, depois de dois anos! E quem a acompanhava era seu primo de lá. Ele do castanho pro ruivo, mais ou menos 1.85 (apenas um pouco mais alto que eu) e era magro definidinho. Dava pra ver um muquezinho pela camiseta. Tinha olhos castanhos escuros e uns lábios finos, decididos, rosados.
Um outro amigo meu diz que a cor do lábio parece com a cor da cabecinha do pau, será que é verdade?
Aí o primo falava pouco. A C. traduziaalgumas coisas. Muitos sorrisos. Tinha uns movimentos muito suaves e adoro homem delicado. Olhava demais para mim. Acho que era essa a verdadeira surpresa que me aguardava.
- “Ich spreche ein Bischen deutsch”, disparei que falava um pouco de alemão e ele ficou muito surpreso. Expliquei que era por já ter viajado para lá algumas vezes. Mas daí a gente tem que apelar para o inglês mesmo. Se estivessemos na internet, queria mesmo era já fazer aquelas perguntas básicas antes de partir para o ataque: “O que curte? Qual o tamanho do seu pau? Tá afim de que? Tem local?” hahahahahhaha Então manso fui chegando.
Aproveitei que sentávamos perto um do outro e eu o tocava de vez em quando. Ele parecia gostar daquilo, mas levantou-se, foi até uma mochila e sacou uma máquina fotográfica. Posamos eu, C. e D. e tiramos muitas fotos. Eu pedi pra ver. Enquanto passavam as imagens, com o rosto bem perto do primo, ia reclamando que eu estava horrível porque estava calor e eu tinha andado muito. Ele achou bobagem, que eu estava era ótimo. Que gentleman. Então a coisa começou a ficar mais interessante. Sabe quando a gente termina de ver as fotos recém tiradas e a pessoa tem fotos antigas na máquina? Eram fotos de uns projetos de faculdade, e uns amigos gatíssimos também. Ele fazia mestrado em arquitetura. De repente começo ver fotos de uma sauna. E o primo estava nú com os coleguinhas dele. Também acho que esse pudor com a nudez uma coisa latina de que podíamos nos livrar, mas eu achei meio esquisito. E muito interessante! Principalmente porque não tinha um ali na foto que não fosse parecido com algum modelo do badpuppy.
Para afastar o calor, o D. trouxe taças com vinho branco quase gelado. Sabe naquela temperatura certa? E ficamos os quatro conversando e tomando vinho enquanto caía a tarde. Bêbados e animados, nao percebemos a noite chegar e a luz da cidade que entrava pelas janelas bem abertas para ventilar o ambiente bastava para iluminar de azul o rosto do primo.
Para minha surpresa, C. e D. adormeceram na varanda. O primo e eu, largados no chão ríamos com essa bobagem. Estávamos soltos e senti a mão dele na minha cabeça.
- “Komm her zu mir”, ele me pedia para que eu me aproximasse. E afagado assim eu me desfiz em beijos na sua boca rosada. E será que a cabecinha era da mesma cor? Por debaixo da camiseta ele guardava um peito durinho, definido e tinha poucos pelos. Alcancei com a ponta dedos seus mamilos macios. Será que tinham a cor dos lábios? Afastamos nossos rostos num curto instante e aproveitei para ver se meus amigos ainda dormiam. E ríamos, nos beijávamos.
Nosso beijo tinha sabor de Trocken. Safado que estava, fiquei com a mão do cós da bermuda dele. E fiquei brincando ali, enquanto eu o beijava, emulando uma indecisão que não existia,porque eu queria o pau dele. O meu latejava e eu respirava o hálito do primo e isso era muito, muito excitante. E eu queria pegar naquele pau. Com indicador, busquei um caminho para chegar lá. Logo alcancei a cabecinha que já tinha saído pra fora da cueca. Gente, o pau dele babava. Eu brinquei com a baba na cabecinha dele e ele gemia, pedindo mais. Ele não era circuncidado e brincava com sua pelinha, com a baba na cabecinha, minha mão indo cada vez mais fundo. Eu estava com fome. Provei nos meus dedos o gosto do pau dele. Ele se arrepiou com a cena. Deslizei sobre o corpo dele e calmamente desabotoei sua bermuda. Dei mais uma olhada para meus amigos, que felizmente ainda dormiam.
Descobri apenas a cabecinha do pau dele, que brilhava só com a luz da rua e com a baba. Seu cheiro de macho que vinha do pau pulsante era enebriante. Mas deixei o melhor para depois. Abaixei a bermuda dele e lambi calma e umidamente sua virilha direita, depois a esquerda. Ele gemia. Agarrei suas coxas e lambia seu saco de cima a baixo. Sim, os lábios e a cabecinha tinham a mesma cor. Subi pelo pau para ganhar o meu prêmio. Encostei a cabecinha do pau dele para sentir seu calor. Com a ponta da língua, provei o seu mel. Estava tão gostoso que passei a língua em toda sua cabecinha e comecei a engolir. Fui com fome e com sede até sentir sua pica encaixar no céu da minha boca, até senti-lo no fundo da garganta. Ele não acreditava no quanto eu o engolia. Com a outra mão eu me masturbava, ou agarrava o caralho dele. Ele se contorcia de prazer e começou a fazer movimentos de vai e vem na minha boca, me castigando. Ah, que rola gostosa.
Ele levantou a camiseta e pude brincar com seus mamilos, agora muito duros; sua pele, arrepiada. Ele arqueava as costas e me socava rola na boca. E o pau dele não parava de me pingar aquele doce mel.
Sua respiração estava muito rápida. Com as duas mãos, eu pegava na bunda bem formadinha dele e o ajudava a meter na minha boca. Ele arrancou meu rosto do seu pau e gozou, abafando o grito de prazer. Gozou muito e não parava. Notava que seu corpo todo se apertava para jorrar aquela porra toda. E eu juntei a minha porra à dele, em sua barriga que ensaiava ser tanquinho.
Ele me convidou para passar duas semanas na casa dele. Será que vou?
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