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		<title>Uma estrela do cinema</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 20:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conto erótico gay: Jorge descobre o cinemão<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=88&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cada dia sinto mais forte esse leão dentro de mim. Cada passo que eu dou descendo a Consolação me deixa mais próximo de aliviar essa fissura. Eu sigo esse impulso com preocupação, mas o desejo é tão forte, não dá pra fugir; não posso dormir com esse corpo inquieto. Desço a Consolação à pé, e não posso fugir dessa vontade cada vez mais forte de sexo. Pensei que a caminhada na chuva aliviaria esse tesão, esse fogo no meu corpo, essa vontade de que bocas beijem cada centímetro quadrado da minha pele.</p>
<p>Atravesso a rua e pego a Amaral Gurgel, desvio dos travestis, dos fumadores de crack, dos príncipes desencantados. Passo pelo Arouche, pelas bis que tiram a sobrancelha e pelas de aluguel, meu Gucci começa a ficar apertado no pé.</p>
<p>Entro no cinema, passo por essa primeira sala onde está projetado um filme hétero, e homens-zumbis estão na plateia. Alguns se masturbam, outros masturbam os outros, uns fazem sexo oral; eu vejo essas sombras nas poltronas, homens gulosos. Subo um andar. E por todas as escadas e corredores, homens de todo o tipo num silêncio solene e olhar perdido alisam o próprio pau enquanto passo. Mais uma sala, agora entro pela frente; desta vez o filme é gay e vejo que alguns dormem. Cheiro de macho no ar.</p>
<p>Mais escadas, é o topo do cinemão. Tem um bar com mesas e cadeiras de plástico branco, de piscina. Peço uma cerveja. Atrás de mim, um casal se beija. Um de regata branca, musculoso, sobrancelhas grossas mama a língua do outro, um pouco menor, camisetinha preta agarrada, também forte. Seus olhos bem fechados, entregues, e suas mãos descansam na nuca, nos ombros, na cintura. Como se amam!</p>
<p>Devagar me aproximei, sintonizei com a energia do amor-tesão deles e assim me juntei a eles num delicioso beijo à três. Rápidos, já pegaram no meu pau e tentaram abrir minha braguilha ali mesmo no bar. &#8220;Seu pau deve ser uma delícia, disse um deles&#8221;. Mas não ali, não naquele cinemão&#8230; e fui pra casa deles.</p>
<p>Estamos já no quarto. Assisto ao beijo mole, longo e apaixonado dos dois &#8211; são cúmplices, e de um  jeito muito natural me juntei a eles. Pela frente e por trás, de um lado, do outro, senti as carícias desse casal amoroso, de pilequinho, no fim da noite. Eu os saboreei, e eles a mim, de todas as combinações possíveis do sexo à três. Um deles gostava mais de dar; o outro abriu a bundinha do namorado e me ordenou: fode! Eu obedeci, mas minha falta de experiência com mais do que um par de mãos me fez dar atenção demais a apenas a bundidnha dura, arrebitada e peludinha em que eu fincava o pau &#8211; falta de etiqueta, falta grave. Para compensar, botei a rola do outro na boca e acariciava o seu saco. Que noite deliciosa. Aquele pau carnudo e venoso na boca, seu cheiro de macho que fodia minha boca. As bolas, grandes, peludas, tocavam meu queixo. &#8220;Tá gostando do cu do meu namorado né?&#8221;. Eu estava com a boca ocupada demais para responder. O cuzinho do outro estalava no meu saco.</p>
<p>Dormimos os três, juntos. Tomamos café. Retomamos nossas vidas</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/88/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=88&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Nunes</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 00:45:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jorge está com azar com os homens. Mas seu período de seca afetiva dá um tempo. Nunes, o mecânico, dá um jeito nisso.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=85&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter transado a valer com o crente, creio ter recebido um castigo dos céus: fiquei um tempão sem pegar ninguém. E logo agora que eu estava começando a me liberar do romantismo que só me serviu para me defender de mim mesmo. O romance era para que eu me defendesse dessa pulsão sexual fortíssima&#8230; entende? Eu preciso cada dia menos de romantizar para transar. E outra: românticos só se ferram. Você, garoto romântico, sabe do que eu estou falando.</p>
<p>Então conheço esse meio de caminho que é estar cheio de tesão, não querendo soltar as feras e&#8230; mesmo que eu as soltasse&#8230; eu achava que não pegaria ninguém. E juro que eu fazia super atenção para qualquer sinal de um cara para que eu me aproximasse. Não, não rolava nada. E esse tesão enrustido começou a me fazer mal pra caramba, comecei a ficar menos confiante. E dentro de mim cresceu esse tipo de desejo esquisito, novo para mim, de que, de repente, eu não merecia (ou estava cansado de) os mesmos carinhas fofinhos, carinhosos e artistinhas mequetrefes. Homem rude é o objetivo. E o destino ajudou.</p>
<p>Não sei exatamente onde foi que furei o pneu do carro, ele murchou durante a noite. Tudo bem que o seguro toma conta de tudo mas eu odeio passar por esse tipo de chateação. Mas bem, você não está interessado em saber do meu pneu, eu sei. Mas dai estava eu mesmo na oficina mecânica, <em>c&#8217;est à dire</em>, calotas de diferentes modelos nas paredes, aquela banheira com água imunda, macacos hidráulicos e graxa. A graxa era o que mais me incomodava porque&#8230; imagina macular de graxa meu casaco Lanvin preferido&#8230; tragédia&#8230; Logo tirei o casaco e botei no porta malas.</p>
<p>Daí vem me atender o mecânico. Um pouco mais baixo que eu, magro porém musculoso e peludo, mãos enormes, imundas, mas fortes, e imaginei já como seria tirar toda a graxa do meu corpo. Depois de enxugar a mão num trapo, ele se aproxima. E seu cheiro suado, com óleo, loção pós barba barata e sua barba cerrada me deixaram já com uma ereção cabulosa. Apertei a sua mão. Nunes. Corintiano. Estou diante do meu antõnimo! E eu o desejo.</p>
<p>Ah, Nunes, da carne macia pela qual percorrerão meus dedos hábeis&#8230; do peito peludo onde esfregarei meu rosto, possuirei seu mamilo com minha boca sedenta de seu suor de macho. Seu cabelo penteado com Trim&#8230; que vou despentear te dando de mamar no meu pau&#8230;</p>
<p>Estou possuído de tesão; eu sinto seu cheiro que me chama para o amor. Ele invade meu espaço pessoal, minha zona de conforto e me fala muito próximo da minha boca. Um amigo meu tem a teoria que a cor dos lábios é a cor da cabecinha. E eu imagino já a cabecinha dele no meio das minhas coxas, como antigamente faziam. E ele deve ter aquele pau rústico, venoso, grosso, pau de ogro.</p>
<p>Ele abaixou pra pegar a chave de roda e deixou cair um pente, que abaixei para pegar. Ele chegou ainda mais perto e me perguntou&#8230; &#8220;Bora sair daqui?&#8221;</p>
<p>Em meia hora, respeitosamente ele retirava a aliança de noivado e a colocou na cabeceira decadente do motel mais typé de beira de estrada, com ventilador de teto. Pelo vitrô passavam tanto a luz do dia suave quanto os orgasmos fingidos das putas. Eu senti sua bunda pela cueca sintética. Nos beijamos. A barba dele machuca mas sua língua é tão macia, não vigorosa; ah e ele me encoxa, se empolga, toma uma posição dominante sobre mim, me prende os braços. E está lá o crucifixo de chapeado a dois centímetros do meu nariz. E decidimos que ia ser uma foda gostosa e laica. Ele atirou longe a correntinha e eu todo o meu pudor. Não tive vergonha de cair de boca no sacão gostoso e suado dele, e passear a minha língua no seu corpo que tinha ainda um resquício de desodorante baratíssimo. Eu estava certo sobre o pau. Chupei, tomei caralhada na cara. Ele começou a ser mais bruto, e eu deixei. Eu consenti que ele usasse de força, que ele ignorasse todas as minhas súplicas de ir mais devagar. Ele não parava. Ah Nunes, que você é macho mesmo comendo um outro cara. De frango ele me socava rola enquanto eu chupava seus dedos, ou o polegar ou o indicador que me exploravam de maneira tão insolente. Eu que não dava assim faz tanto tempo, o que você está fazendo comigo, seu puto. Me come, seu puto. Desde a oficina eu queria dar pra você. Ofegante, ele parou. Agora é a minha vez, ele disse.</p>
<p>E botei o Nunes de quatro e sim, fui sem dó. Eu não era o primeiro. E ele é quem fodia o meu pau. Nunes, você é homem até dando o cu. Seus gemidos graves, intensos, determinados&#8230; ocupavam quase todo o andar do motelzinho. E aceleramos. Eu não aguentei e gozei antes. Mas bati a punhetinha mais gostosa que ele jamais bateu.<br />
- &#8220;Não me procure, tenho noiva&#8221;, disse ele saindo do meu carro. Estou com azar.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/85/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=85&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>&#8230; do cu quente</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 04:21:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tinha um colega no colégio que era um encanto. Bom aluno, inteligente. Magricela &#8211; mas eu ficava paquerando sua bunda redondinha sob o uniforme de helanca. Principalmente na aula de educação física, com o shortinho, dava pra ver que ele tinha uma mala deliciosa, volumosa, tinha ali a promessa de uma rola grossa pra matar a fome. Vindo de uma familia religiosa, ele também era evangélico fervoroso. Eu não sacava essa de evangélico na época, achava apenas que era um outro tipo de gente que perdia tempo todos os domingos. Na verdade eu nunca entendi ninguém.</p>
<p>Bom moço. Não sorria com frequencia, usava óculos, e se afirmava demais enquanto &#8220;homem&#8221; e religioso. Eu era bobinho, mas sabia que era um cara puta inseguro. Minha estratégia para traçá-lo? Encher a sua bola.</p>
<p>Nossa Hugo como você é inteligente, você é macho pra caralho. Todo o mundo te adora, Hugo. Como você é bom em matemática &#8211; me dá um help no final de semana? &#8211; isso foi a dica.</p>
<p>Ele chegou de carona com a mamãezinha de coque e saião. Hunf. Vou comer esse carinha. A gente ainda estava de uniforme. Abrimos os livros já na escrivaninha do meu quarto. Ele ia falando devagar, empolgado, hipnotizado com a matéria, enquanto eu arriscava roçar o meu joelho no dele. Para minha surpresa, ele parou o discurso de não sei o que elevado a menos um e começou a acariciar minha coxa. Seu pau rapidinho subiu e pulsava na helanca, eu via. Passei a mão e seu pau latejou. Não tinha ninguém em casa. Vem, eu disse. Daí ele tirou os óculos, me jogou na cama. Nos beijamos.</p>
<p>E eis que ele acabou sentando no meu pau. Ele galopava no meu pau, ainda com a camiseta do colégio. Aquele cu quentinho, gostoso. Acho que não era a primeira vez. Botei ele de quatro. Socava, socava gostoso, intensamente, com fome mesmo, com o desejo guardado de meses olhando aquela bundinha na calça de helanca.</p>
<p>&#8220;Glória&#8221;, ele gritava, o que eu achava bizarro.</p>
<p>Eu socava no fundo e forte e ele dizia todos, todos os clamores.</p>
<p>Ainda o comi algumas vezes até que a senhora de coque desconfiou de algo, achou que eu era má companhia (eu!) e Hugo mudou de escola.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/81/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/81/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=81&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Nirvana</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 03:03:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Era amigo de um amigo. Ele tinha aquele sorriso bonito e olhos que fariam Gaddafi chorar. Naquele dia de calor senti por baixo do discreto e  bom perfume o seu cheiro almiscarado de homem bom. Seu corpo completamente relaxado, inconsciente da presença dominante, se espraiava na mesa do bar leve e lânguido. E eu o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=78&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era amigo de um amigo. Ele tinha aquele sorriso bonito e olhos que fariam Gaddafi chorar. Naquele dia de calor senti por baixo do discreto e  bom perfume o seu cheiro almiscarado de homem bom. Seu corpo completamente relaxado, inconsciente da presença dominante, se espraiava na mesa do bar leve e lânguido. E eu o quis para mim.<br />
Toquei de leve o seu joelho com o meu e pedi desculpas descaradamente falsas.  Sua mãos no copo de cerveja, a língua que se livrava do pequeno bigodinho de cerveja. Parei de opinar sobre isso ou aquilo para prestar atenção. Eu o queria mais. Tomou as rédeas da mesa quando o garçom não veio me atender. Era um cavalheiro. Um homem muito seguro. Era um macho-alfa.</p>
<p>Quando percebi eu já o admirava e sentia que eu era o prêmio daquela tarde de sol. Fingi que meu carro estava no mecânico e pedi carona. Suas coxas fortes no carro; não resisti e pousei minha mão na sua coxa como se tivéssemos nos conhecido há duas encarnações. Ele percebeu que eu já estava ganho.</p>
<p>Na frente do prédio, convidei-o para subir. Mostrei as casas, os livros. Ofereci uma água, um café. Enquanto separava as xícaras, as duas mãos firmes e bonitas passara pela minha cintura e senti seu beijo na minha nuca. Eu tinha medo de me virar e encará-lo. Eu tinha medo do quanto eu poderia me entregar, depois de tanto tempo. Ele me beijava a alma e a minha nuca. Com as mãos em forma de garra ele massageou minha cabeça e eu obedecia a cada comando. Fechei os olhos e me virei. Sua barba por fazer encostou na minha num beijo que me pedia amor, indo da bochecha até meus lábios.</p>
<p>Eu deixei que ele violasse a minha boca com sua língua macia, a sentia nos dentes, nos lábios e eu só esperava. Eu aguardava sua reação sob o seu domínio. Ele me conduziu até a sala, pelas mãos. A fera despertou. Por pouco não me rasga as roupas. Tentei alertar que a cortina nao estava fechada e não consegui. Ele me beijava o rosto, os lábios, os olhos e fundo, fundo e delicado na boca.</p>
<p>Na minha coxa esquerda, senti sua ereção poderosa e a conduzi em direção à minha. E quando eu vi, ele se deleitava mordiscando o meu mamilo direito. Seus olhos reviravam de prazer de ser amamentado por um homem e eu o acolhi também no outro mamilo. Ele me lambeu até ali em baixo, onde meu pau saía para fora da cueca. Ele me engoliu de uma vez. Eu precisava amamentá-lo de qualquer maneira. Ele queria meu leite, meu sexo todo dentro da sua gula. Primeiro colocava só a cabecinha na boca e a lambia com movimentos circulares e com voracidade, para só depois eu sentisse a minha glande tocando no fundo de sua garganta e sua língua no meu saco. Trouxe a sua cabeça para cima e na sua boca senti o gosto do meu pau.</p>
<p>Eu o deitei na cama, logo depois, como se o crucificasse. Mamei seus peitinhos bem bicudos e senti seu perfume natural almiscarado direto da fonte, quando lambia suas axilas. Mordi suas coxas e aí pus um dos seus pés no meu peito. Beijei o peito do seu pé e coloquei seu joelho no meu ombro. Nisso, ele indicou que queria ser penetrado encaixando a cabeça do meu pau na entradinha do seu cuzinho. Depois de me vestir, eu abri sua bunda peludinha e redonda e não consegui controlar o tremor pelo meu corpo de tesão de comer um cara bem macho e gostoso.</p>
<p>Ele suspirava cada vez que ia mais fundo. Ele era apertado. Quando o movimento de vai e vem ficou mais fácil, estabelecemos um ritmo médio, carinhoso, e eu não queria parar nunca de comê-lo. Seu corpo ficou imenso e queria ser o meu continente. Brotava um pouco de suor do seu rosto e era o mar que me convidava ao sabor, à profundeza. E aquele homem tão forte e seguro se desmanchava em fragilidade na minha pica, na minha boca, na minha lingua, na cama. Ele se despia de sua persona cotidiana em gemidos que pareciam mantras longos e muito sinceros. Com aquele som e o nosso ritmo, fui virando os olhos e sentia que tinha essa energia brotando do meu peito que queria também escapar pela garganta. E o tesão se manifestou num gemido diferente, de baixissima frequencia, acho que por isso a porta tremeu (ou dentro da minha cabeça, pelo menos foi assim que me lembro). Com nosso som o quarto se dissolvia. Não tinha amanhã nem ontem. Éramos nós nesse universo surreal sem tempo. Se nossas linguas se desvencilhassem, seria sugado para fora do quarto; portanto nao abandonei um segundo sua boca. Tentava me refugiar dentro desse homem que se abria todo para mim. Dos meus pés começaram a brotar ondas cada vez mais fortes, e a minha vocalização queria agora sair pela cabeça. E a onda veio forte. Minha alma escapou por um instante eterno do meu corpo. Meu pau pulsava alucinantemente dentro daquele homem. Ele também se contorcia, tendo tido um orgasmo também. E minha alma veio vindo para o meu corpo cansado e o fez adormecer.</p>
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		<title>De toalhinha &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 10:12:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Cansado de me culpar, decidi encarar a rua nessa madrugada fresca. Saí para descarregar essa tensão, essa coisa que está acontecendo dentro de mim que não entendo direito, esse desejo exacerbado, curiosidade. E seria bom ver gente, cansar as pernas e assim tentar dormir melhor. Então pus um trench coat, que achei apropriado para esse meio de primavera, e desci a rua molhada e silenciosa até um lugar que eu tinha certeza de encontrar um boteco que fosse, quem sabe alguém para conversar. Mas, na realidade, eu sabia que tinha um clube de orgia gay por ali, e talvez seja esse o verdadeiro motivo da minha ronda. Sim, foi isso. Eu andava pela ruae, na verdade, sem que o clube de orgia saísse da minha cabeça, sem que ele deixasse de me perturbar. Depois de quase uma hora caminhando, estava do outro lado da rua do clube. Parei para observar o vai e vem de homens de diversos tipos, alturas, origens, idades&#8230; como é diverso esse mundo gay. Todos esses homens! Eu experimentaria cada um deles.</p>
<p>Eu sabia que eu os queria todos e ao mesmo tempo. Procurava em mim alguma preferência mais forte&#8230; de repente um cara totalmente diferente do espanholzinho para variar&#8230; mais peludo, ou mais magro&#8230; cabelos curtos&#8230; eu não conseguia decidir. E, do outro lado da rua do clube de sacanagem, eu começava a ficar tão excitado que a preocupação de que alguém me visse entrando ali foi diminuindo. A chuva que caiu de repente, foi mais um pretexto para começar essa aventura.</p>
<p>Digo para vocês que nunca antes tinha estado em um clube de orgia ou mesmo sauna, portanto eu sentia um frissom difícil de explicar. Abri o jogo para o recepcionista careca, malhado, de regata branca: era minha primeira vez. Ele me mostrou os armários, o esquema de chaves lá no vestiário e recebi um par de chinelos e uma toalha. Não achei o figurino muito chique. &#8220;Você teria um roupão?&#8221;. Eu pensava que era meio ridículo o que eu estava fazendo. Vamos combinar que toda a vez que mostram gays, ou mostram travestis ou gays de sauna por ai, então em sentia estar num estereótipo&#8230; ah, que se dane. Eu pensava nas delícias que me aguardavam. Saí do vestiário. E tinha um bar</p>
<p>O barman era até que bonito, mas pouco atencioso. Não tinha muitos frequentadores. Eu tinha medo de olhar para o lado e ver alguém que eu conhecesse&#8230; eu pensava cada coisa ridícula que não vale a pena. Então estou eu de roupão e chinelinho num bar e me sentindo muito cabaço, muito bobinho. Mas o desejo &#8211; que força maravilhosa que ele é &#8211; me fez olhar ao redor.</p>
<p>As pessoas ficam muito quietas. Até aí tudo bem porque tenho doutorado em carão. Dava pra ver um chuveiro no fundo e acho que tinha um cara todo nu por ali, meio barrigudinho e o nariz aquilino e  olive skin me diziam sul da Itália ou oriente médio. Não vou atravessar a sauna e puxar papo com o cara né. Fui explorar mais. Tinha uma sala pequena com sofás onde uns 3 caras assistiam a um vídeo beeeem quente. Eu, blasé, percebia uns caras mexendo no pau sobre a toalha. E fui ficando excitado também. Um deles abriu mais a toalha e começou a se masturbar lentamente, normalmente, e logo o senhor ao seu lado fez a gentileza de dar-lhe uma mãozinha. E esse senhor, talvez tinha Tourette, exclamava &#8220;aaaaah caralho!&#8221; algumas vezes. E os dois saíram para uma sala ao lado que era toda pintada de preto&#8230; e tinha os tais gloryholes que eu só conhecia por filmes da Falcon Studios, como todos vocês.</p>
<p>Então eu tomei cuidado para que eles não percebessem que eu estava ali. Pelos gloryholes eu via que o senhor era um exímio boqueteiro &#8211; de certo anos de prática. E ele tomava o pau médio, grosso, do outro na boca com tanto gosto que parecia estar se fartando de um doce muito bom. E tirava o pau da boca e chingava o cara de filho da puta, de puto, e eu ali &#8220;horrorizando&#8221;, ainda não acreditando no meu passo. Mas eu gostava de ver. O cara sendo chupado era bonitão, bem conservado, tinha pernas boas, bronzeadas, que o senhor agarrava com gosto enquanto sorvia seu cacete. Mas o rítmo não estava bom e logo me enfadei.  Fui explorar mais adiante.</p>
<p>Achei uma galeria de portinhas vermelhas e uns caras que andavam de um lado pro outro paquerando. Uns faziam total carão. Algumas portas estavam fechadas e eu escutava alguns gemidos. De súbito escuto um estalo de cinto, ou chicote, sei lá, de dentro de uma das salas. No fundo do corredor, um cara tomava uma cerveja e se masturbava assistindo a um filme bem orgiástico. Fiquei de dentro de uma das cabines observando-o e essa proteção me deixou a vontade para eu me excitar. Continuei me tocando por sobre o roupão por um tempo até que um cara passou e sem cerimônia ajoelhou-se e começou a mamar o outro que assistia ao filme. E que cara lindo. Parecia um Baco do Caravaggio. Agachado, sua toalha desceu e revelava metade da bunda bem servida, redonda e parecia tão macia. Os dois entraram numa cabininha acabando com a minha diversão.</p>
<p>Eu estava sem coragem de fazer nada. Mas daí um cara de branco, musculoso, um jeitão meio de capoeirista&#8230; lindo sorriso&#8230; me abordou: &#8220;Quer uma massagem?&#8221;</p>
<p>Não tinha como dizer não.</p>
<p>Amanhã eu conto como foi.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/68/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/68/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=68&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Imperfeição</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 04:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.stacksandstacks.com/blog/wp/wp-content/uploads/2009/03/imperfect_by_accessq.jpg"><img class="alignleft" style="padding-right:10px;" title="Imperfeição" src="http://www.stacksandstacks.com/blog/wp/wp-content/uploads/2009/03/imperfect_by_accessq.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Certa vez eu tentei acalmar meus demônios e manter minhas mãos ocupadas aprendendo  a tecer num tear de pregos. Prestava atenção em cada laçada, fazia de tudo para que os pontos fossem perfeitos, equidistantes, fortes. E pensava a cada nó fazer algum pedido, como faziam as bruxas antes: era dando nós que lançavam feitiços. Então teci um cachecol mágico nesse primeiro ensaio. Dei para alguém, nem lembro pra quem, mas ele não está comigo. Apesar de quase ter se tornado um objeto mágico, algo me irritava. Ele não era perfeito. Ele tinha um ou outro fio que não estavam certos. Todos os dias que eu o via, tinha vontade de desmanchar tudo e começar de novo. E esse impasse de desfazer, fazer de novo me ocupava tanto a cabeça que eu resolvi tirar o cachecol de vista e nunca mais mexer no tear até aceitar que os defeitos incontroláveis estavam ali e em todos os objetos e coisas do mundo.</p>
<p>Agora é minha vida que não está perfeita, e é mais duro de admitir. E era eu que tinha dado um mal passo, a laçada mal feita. Eu que inventei que não teria problema de testar o quanto amava meu namorado me jogando não na boca de um ou outro cara, mas arrebentando minha cara. Quebrei a cara. Não dá pra desfazer a vida e começar tudo de novo, o que está malfeito fica assim.</p>
<p>O primeiro passo foi admitir meu erro, de ter enganado o meu namorado, a minha consciência que não desligou quando eu queria. Queria esquecer a noite de sexo a três enquanto o espanholzinho dormia inocente, acreditando que eu me comportava, acreditando na minha fibra moral. Eu, num apartamento desconhecido, com dois caras que nunca vi, já adiantava a consumação do erro. Não tinha volta, então ofereci meu corpo culpado em sacrifício.</p>
<p>Deitado no futami, dentro do quarto de inspiração turca, nu, um mordiscava o meu joelho, e outro mamava no meu mamilo direito. Um cuidadosamente acolhia meu saco na sua boca delicada e seu namorado afundava a língua na minha boca pecaminosa. Seu peito peludo se enroscava no meu. O outro colocava dois paus de uma vez na boca, unindo-os às vezes com as mãos. Trocaram de papéis. O que estava em baixo subiu e me mordia, lambia meu pescoço. Sua barba macia passeava pelo meu trapézio e encontrou meu queixo, minha boca, minha lingua, meus dentes, meus olhos enquanto minhas mãos afagavam seus cabelos tão parecidos com o do meu namorado. E ainda, arqueado, esfregava o pau na minha barriga. Meu pé direito recebia toda atenção do segundo, que o esfregou no saco, no peito e mordia meus dedinhos, sugou o peito do meu pé esquerdo, longo, delicado e de súbito me trocou pela bundinha do seu namorado, cujo pau minha língua saboreava a cabecinha. Nós dois lambemos juntos o períneo do barbudinho a certo momento, num tipo de beijo. Sob o saco grande, cheiroso de macho, subi de novo pelo pau grosso, mas curto, que me saciava todos meus instintos orais. Depois de um tempo, eu abria a bunda do barbudinho para que seu namorado chegasse mais próximo do seu cuzinho tão bonitinho. Mudei de posição para admirar melhor essa cunete, fazendo um 69 com o barbudinho. E via a língua longa, larga do namorado dele o penetrando. Quando mais a língua entrava, com mais convicção eu era chupado. E os pensamentos de pecado, a essa hora, sumiram. Principalmente quando no cu do barbudinho começou a entrar o pau guloso e comilão do seu namorado Eu me deliciava com cada centímetro indo para dentro do corpo dele. Quase gozo. Levantei para admirá-los.</p>
<p>Tinham uma cumplicidade grande. O ritmo era perfeito, calmo, ritmado, safado. O barbudinho deixava-se subleva; em transe, segurava a cabeceira da cama enquanto se arqueava para receber a rola do namorado. Um pouco depois, ele se colocou de frango assado e dái sim me animei para quem sabe também comê-lo. Senti uma vontade de ir lá foder o cuzinho dele, enquanto eu olhava na cara do puto guloso. E fui, e fodi. O namorado sentou na cara do barbudinho e recebia uma cunete enquanto me via fodendo o namorado dele. Aquela bunda redondinha, quente. Chupei o namorado dele enquanto comia seu cuzinho. Não muito depois, éramos três machos gemendo baixo de prazer.</p>
<p>Foi logo que a culpa me atingiu como tempestade revolta. Me apressei para sair do apartamento, do prédio, ganhar a rua fugindo do mar nos olhos, o peso nas costas. &#8220;Sabe, não sou perfeito&#8230;&#8221;, assim comecei o meu discurso de adeus ao espanholzinho. Acho que não mais o verei. Agora preciso ficar só.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/57/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/57/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=57&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O mortal mergulho para dentro de si</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Oct 2010 05:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em dúvida sobre o futuro da relação com o espanholzinho, Jorge faz um ménage à trois<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=51&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.matarodavergato.com/dpainting_prof.html"><img class="alignleft" style="padding-right:10px;" title="Narciso" src="http://www.matarodavergato.com/images/DPainting/Narcissus.jpg" alt="Narciso" width="363" height="272" /></a>As palavras mentem por omissão, porque nunca revelam tudo aquilo que queremos dizer. Mas não haveria dicionário que desse conta da quantidade de matizes daquilo que sentimos. É amor pelo espanholzinho, se eu consigo me relacionar de forma plena com ele apenas intimamente? Talvez para ele a relação seria mais construtiva, mas eu sei que pouco tenho a aprender com ele. Eu sei&#8230; que você que me lê pode achar que estou sendo arrogante, mas não é verdade. Saiba que eu digo isso porque gosto muito do meu mundo e fico pouco à vontade no mundo dele. Nossos mundos não conversam.</p>
<p>Mas quando ele me chama de amor, não deixo de me sentir sensibilizado. Algo me toca na alma. Não sei se é amor ou a lembrança dos lábios bem desenhados que me beijam o pescoço e se aventuram pelo resto do corpo todo. Ou do jeito safado com que ele me acorda com o pau duro roçando na minha bunda e com o dedo brincando com a minha cabecinha. Sinto-me estranho com esse amor que dura apenas na horizontal.</p>
<p>E foi pensando assim que eu tive a idéia de colocar tudo isso à prova. Era um final de semana um pouco cinza, atipicamente cinza para a época do ano. E dias assim nos jogam para dentro, os assuntos pendentes dão voltas e eu resolvi fazer a lição de casa e colocar tudo isso à prova. Fui dançar. E se aparecesse alguém interessante, eu não diria &#8220;não&#8221;. E é claro que para eu ter melhores chances, qualitativamente falando, fui para uma balada com gente&#8230; bem&#8230; proveniente de zonas da cidade onde o IDH é maior que 0.9 <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estou na pista de dança. Eu fecho os olhos e sinto gente passando por perto mas estou só e envolto numa vibe positiva, com o ritmo que reverbera na garganta, nos pés e meus braços se movimentam discretamente soltos. Estou bem e atraio olhares. Quando entreabro os olhos, eu sei, eu os vejo. Alguém dança bem atrás de mim e é tímido. Fiquei tímido com sua timidez. Deixei que se aproximasse. Com o dorso das mãos, me tocou as costas. Eu virei e o beije. Beijei-o enquanto no mesmo ritmo nossos corpos se tocavam. Um beijo longo, me pôs fogo para a noite. Me afastei, ele sorriu&#8230; nos beijamos de novo. Dessa vez, caindo em mim que aquilo que eu estava fazendo passava longe de ser ético, me desconcentrei. Abri os olhos e, por cima do ombro desse cara, um outro olhava a gente. De longe, os olhos pareciam esverdeados, era gostosão, um pouco parrudinho. O cara que eu estava beijando percebeu um movimento diferente e  viu esse gostosão também. Não demorou muito para beijarmos a três.</p>
<p>E daí eu comecei a me sentir um pouco vulgar. Até porque o ambiente não era destinado a um bas-fond desse. E o sentimento que eu tinha ali pelo espanholzinho começou a aparecer depois de ter sido anestesiado pelo desprezo&#8230; Rápida ressaca moral. E pelo fato de eu estar no meio de um bas-fond desses, já era evidência de que eu não amava o espanholzinho.Então o certo, nesse caso, é parar tudo e sair à francesa, não é? É, mas eu fiz a minha &#8220;sortie à la brésilienne&#8221; os convidando para uma coisa mais profunda e mais quente. Ajoelhou&#8230; né?</p>
<p>Supresa. Os dois eram casados. Eu não tô acostumado com isso. Mas estando nessa rica experiência antropológica, eu fui. fui porque eu também queria saber o meu limite. E foi assim:</p>
<p>Na sala do apartamento deles, eu senti que o mais novo, o primeiro que eu tinha beijado, estava um pouco desconfortável. Talvez seria a primeira experiência a três dele. Enquanto o outro ia ali pegar uma água para nos servir, senti que esse não me olhava diretamente. Mordia a unha do dedinho. E balançava uma perna. Um amigo meu, que é psicólogo, me disse que isso é sinal de desconforto porque é como se a pessoa estivesse se masturbando, se dando prazer para compensar. BEM, o de olho esverdeado me deu um copo d&#8217;agua, os dois tomaram mais vodca. Eu no meu limite etílico, quero estar são. Os dois se agarram como se eu não estivesse ali.</p>
<p>Eles se lambem, se chupam, se amassam de um modo muito apaixonado. Fiquei excitado com a paixão com que  eles se mordiscavam. Eu alisava meu pau duro pela calça, eu não queria interromper o idílio; idílio e luta. Eles tinham movimentos fortes, rápidos apesar da bebida. Eu em mim sabia que eles se amavam. Já mais confortável, menos tímido, o primeiro cara rolava os olhos de um modo que não dava para negar que eu já fazia parte da intimidade deles. Nesse ponto, só faltavam tirar as calças, e suas roupas estavam muito próximas dos meus pés, porque tudo era jogado na minha direção. Me senti privilegiado. Eles fizeram sinal para eu me juntar a eles. Eu fui.</p>
<p>Dessa vez, e prometo que é só dessa vez, eu vou deixar a maior parte do que aconteceu na imaginação de vocês. Digo só que para fazer isso. Eu me abandonei. Entreguei meu corpo para que os dois se satisfizessem (quem sabe de alguma monotonia conjugal), pouco agi. Meu corpo obedecia os movimentos dos dois como a areia se move maré, seguindo o doce movimento das ondas. Mas dentro de mim, além de óbvio tesão do momento, estava confuso. Sentia muito, muito prazer e muita culpa por ter dito que faria uma viagem curta para que o espanholzinho não me ligasse e entendesse o meu sumiço. Mas o lance é desencanar e comer e ser comido ao mesmo tempo. Subi à tona para respirar.</p>
<p>No dia seguinte, cedo, andei pela Paulista. Não tinha muita gente.  Pensei que era o fim da relação, de como fui covarde, que teria medo de dizer. Pensei até quando essa busca por amor de verdade. Pensei que não estou ficando mais novo quando os anos passam. Chorando, desci a Joaquim Eugênio. Arrependido. Não tem amor que sobreviva a questionamento.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/51/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/51/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=51&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Deixa eu te ensinar uma coisa que eu gosto de fazer</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 07:16:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nessas três últimas semanas eu tenho saído com um cara fofo, mas eu sei que não vai dar em nada. Eu estou com o coração aberto para tentar uma relação mais profunda, duradoura. Eu vinha sentindo uma pontinha de inveja de alguns amigos quase casados, então resolvi partir numa procura por uma relação assim. Mas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=40&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><img title="Casal gay de mãos dadas" src="http://paulbuckley14059.files.wordpress.com/2007/06/gay-couple-holding-hands.jpg?w=220&#038;h=220" alt="" width="220" height="220" /><p class="wp-caption-text">Casal gay de mãos dadas</p></div>
<p>Nessas três últimas semanas eu tenho saído com um cara fofo, mas eu sei que não vai dar em nada. Eu estou com o coração aberto para tentar uma relação mais profunda, duradoura. Eu vinha sentindo uma pontinha de inveja de alguns amigos quase casados, então resolvi partir numa procura por uma relação assim. Mas que fosse alguém que me deixasse livre, porque eu não acredito no amor aprisionado. Eu quero crer que tenha um tipo de relacionamento gay descomplicado.</p>
<p>Enfim, quero contar do meu rolinho. Para começar ele é uma experiência diferente. Ele é um pouco mais novo, são só três anos de diferença, mas parece um abismo. Ele não é tão vivido, não tem  muitas experiências ricas ou sofisticadas. O que nele me atrai é isso, acho, a simplicidade. Chega ser até meio rústico. Tem coisas que ele faz que, nossa, eu não perdoaria num amigo&#8230; nem quero comentar, é só frescura da minha parte. Mas ele é uma alma boa, é. Tem um jeito cativante, macio.</p>
<p>Trigueiro. Descende de espanhóis. Já me cozinhou um puchero.</p>
<p>Então.. ele deve ter 1,78/80 é parrudinho, bom de apertar. Tem cabelo ondulado, ondas grandes, e compridinho. Como de tenista, eu brinco. Tem um bom físico esse rapaz. Tem poucas sardas, o que o deixa com um jeito meio inocente. E gosta de dar. Ele gosta mesmo de dar. Ele gosta tanto de dar que assusta. Tem a bundinha redondinha, e gulosa. E é taradinho.</p>
<p>Tudo que diversão imaginável eu ja fiz com o cuzinho dele, depois conto detalhes disso. Mas já cheguei até a colocar um cubinho de gelo lá dentro. E meu pau depois. Ele topa tudo, isso que é bom, mas falta a ele uma coisa essencial. Ele não gosta de comer, diz que machuca&#8230; hunf.  Até que um dia rolou.</p>
<p>Acho que na décima vez que dormimos juntos, eu acordei com a claridade e com certa agitação do lado. De soslaio, não acreditava no que via. Ele socava uma punheta. Com a cabeça pendendo para tras, de olhos fechados, com a linguinha passando de leve pelos labios ele batia uma punheta gostosa, socando mesmo. Dai me virei.</p>
<p>- Bate você também</p>
<p>Ah, eu estava com preguiça, e de pau duro. Ele me descobriu um pouco, viu minha rola dura, e começou a me alisar o meu cacete pela minha cueca. Eu, de olhos fechados, começando a me interessar pela brincadeira. Ele tem o pau rude, como ele mesmo. É grande, meio desajeitado, dá pra ver as veias e ele não é circuncidado e grosso. A glande, molhada de excitação, é era alisada com a palma da mão durante a punheta.</p>
<p>Ele parecia estar com uma entidade no corpo. Frenético, porém meditativo. Sua masturbação também era uma meditação. De olhos fechados e agitados, como quem sonha, com a outra mão tomou o meu pau e começou a bater pra mim. Sentia sua mão num vai e vem já rápido. Com meu saco exposto, ele se animou ainda mais e batia pra mim de um jeito que minhas bolas balançavam.</p>
<p>Ele me atraia para esse vórtice de excitação. Ele quer me sugar. De súbito se jogou sobre mim e começou a me lamber, mordiscar. O pescoço, o meu mamilo&#8230; ele é bom de língua. Com a respiração alterada, com muito tesão, eu sabia que no final ele ia era me chupar. E não demorou muito para que ele chegasse ali. Sem movimento preliminar, meu pau deslizava pela sua lingua, envolvido nos seus labios. Eu, agora com menos preguiça, admirava a excitação.  Daí tive um plano.</p>
<p>Como ele estava pra lá da zona leste de excitado, imaginei que era aquele o dia que ele ia me provar de verdade e parar com essa frescura de ser só passivo.</p>
<p>Devagar tirei a minha cueca, e com dificuldade, porque ele não queria parar de chupar. &#8220;Chupa o sacão&#8221;, eu disse. E ele envolveu meu saco, alisando bem gostoso, bem de leve, não consigo explicar, bem onde as bolas ficam mais protuberantes. E com a lingua lambeu uma bola, depois outra.</p>
<p>Ele estava alucinando.</p>
<p>Dei aquela arqueada safada e quando eu vi, ele estava já alcançando o cuzinho. E vou dizer. Aquele dia eu queria dar, principalmente pro espanholzinho rude, de movimentos incultos, pouco domesticados.</p>
<p>- Deixa eu te ensinar uma coisa que eu gosto de fazer&#8230; me come?</p>
<p>E ele sinalizou com a cabeça e começou a me lamber o cuzinho. Eu suspirei, indicando que era aquilo que eu queria. Como eu estava apenas com o joelho dobrado, ele procurava se aprofundar no meu cuzinho com a lingua. Ele me abriu e meteu a lingua lá dentro. E me olhava como um lobo mau enquanto sua boca estava enterrada na minha bunda.</p>
<p>Que surpresa, ele estava animado mesmo.</p>
<p>Foi me explorando com um dedo, depois outro. E eu ia curtindo o arrepio gostoso e a fome que ele tinha de devorar. Ele mordiscava minha bunda e me masturbava. Eu não precisava dizer nada. De olhos fechados, eu transmitia o meu desejo com um maneio ou outro do corpo. E com um pouco de atitude.</p>
<p>Peguei o cabelo ondulado, compridinho dele e pedi para ele voltar a me lamber o peito. Ele deitado do meu lado. Não desisti do meu plano. Joguei a bunda na direção do pau dele, que estava muito molhado. Era a hora de colocar a camisinha.</p>
<p>- Vai devagar, porque faz tempo&#8230;<br />
- Relaxa, gatinho, continua na punhetinha&#8230;</p>
<p>Percebi que ele estava nervoso. Então eu fiz aquela dancinha do ventre heheheh rebolando no pau dele. Falei pra ele ir bombando devagar. E ele, com a respiração entrecortada, muito impressionado com tudo aquilo, parecia gostar, estava curtindo. É muito louco isso de penetrar, de estar dentro de alguém, né. Acho que mais do que ser penetrado.</p>
<p>Coitadinho, ele tava meio desengonçado mas achou um ritmo lento, gostoso&#8230; ele ia gozar logo, eu sabia. Sentia aquele pau grossinho bem na prostata. Ate que o garoto comia bem.De ladinho, ele mamava num mamilo meu, enquanto me socava uma punheta e me comia. Ah, que gostoso&#8230;..</p>
<p>E foi maravilhoso, sem doer (aquela frescura dele). Mas eu não sei se ele é versátil o suficiente para uma relação longa&#8230; não sei se é pedir muito para ele ser ativo de vez em quando. E também não sei se ele será aceito completamente por meus amigos. Já escutei que eu tenho uma queda pela baixa renda e pelos isentos no imposto de renda. E também não sei se eu o amo o suficiente.</p>
<p>Ai, vida&#8230;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/jorgissimo.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/jorgissimo.wordpress.com/40/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=40&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Casal gay de mãos dadas</media:title>
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		<title>Quente, mesmo, é nos jardins &#8211; parte 3</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 21:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse final de semana que foi super calorento aqui em São Paulo fiz um footing básico e  fui ver a simpática exposição de ornamentos indígenas que está no Conjunto Nacional e tomar uma cerveja sozinho pra pensar na vida. Então D. me ligou dizendo que tinha uma surpresa pra mim, que eu ia adorar, que eu tinha que ir para a casa dele a qualquer custo. E eu estava um pouco relutante em aceitar o convite porque precisava daquele tempinho comigo mesmo. Apesar de dizer isso pro D., ele disse que a surpresa valia muito a pena, e paguei pra ver.</p>
<p>O D. é meu amigo de anos. Nos conhecemos num Mercado Mundo Mix na época que era na Barra Funda. Ok, pare já de calcular minha idade e foca na história.Ele sempre teve uma vida pra lá de confortável, sem preocupações com dinheiro ou sexo. E gosta muito dos dois. Ele parece um Zac Effron de 35 anos com um corpo meio surfistinha. Um dia ele estava no banho me pediu para pegar uma toalha. Vi de relance que ele tem um pau de um bom tamanho e uma bunda escultural.</p>
<p>Já estava no elevador do prédio dele. É antigo e tem um cheiro esquisito de talco. Ele abre a porta do elevador:</p>
<p>- Jorge, você não vai acreditar, olha quem tá aí na sala!</p>
<p>O que é uma biba sems ua amiga sapa? A C. tinha voltado se surpresa da Alemanha, depois de dois anos! E quem a acompanhava era seu primo de lá. Ele do castanho pro ruivo, mais ou menos 1.85 (apenas um pouco mais alto que eu) e era magro definidinho. Dava pra ver um muquezinho pela camiseta. Tinha olhos castanhos escuros e uns lábios finos, decididos, rosados.</p>
<p>Um outro amigo meu diz que a cor do lábio parece com a cor da cabecinha do pau, será que é verdade?</p>
<p>Aí o primo falava pouco. A C. traduziaalgumas coisas. Muitos sorrisos. Tinha uns movimentos muito suaves e adoro homem delicado. Olhava demais para mim. Acho que era essa a verdadeira surpresa que me aguardava.</p>
<p>- &#8220;Ich spreche ein Bischen deutsch&#8221;, disparei que falava um pouco de alemão e ele ficou muito surpreso. Expliquei que era por já ter viajado para lá algumas vezes. Mas daí a gente tem que apelar para o inglês mesmo. Se estivessemos na internet, queria mesmo era já fazer aquelas perguntas básicas antes de partir para o ataque: &#8220;O que curte? Qual o tamanho do seu pau? Tá afim de que? Tem local?&#8221; hahahahahhaha Então manso fui chegando.</p>
<p>Aproveitei que sentávamos perto um do outro e eu o tocava de vez em quando. Ele parecia gostar daquilo, mas levantou-se, foi até uma mochila e sacou uma máquina fotográfica. Posamos eu, C. e D. e tiramos muitas fotos. Eu pedi pra ver. Enquanto passavam as imagens, com o rosto bem perto do primo, ia reclamando que eu estava horrível porque estava calor e eu tinha andado muito.  Ele achou bobagem, que eu estava era ótimo. Que gentleman. Então a coisa começou a ficar mais interessante. Sabe quando a gente termina de ver as fotos recém tiradas e a pessoa tem fotos antigas na máquina? Eram fotos de uns projetos de faculdade, e uns amigos gatíssimos também. Ele fazia mestrado em arquitetura. De repente começo ver fotos de uma sauna. E o primo estava nú com os coleguinhas dele. Também acho que esse pudor com a nudez uma coisa latina de que podíamos nos livrar, mas eu achei meio esquisito. E muito interessante! Principalmente porque não tinha um ali na foto que não fosse parecido com algum modelo do badpuppy.</p>
<p>Para afastar o calor, o D. trouxe taças com vinho branco quase gelado. Sabe naquela temperatura certa? E ficamos os quatro conversando e tomando vinho enquanto caía a tarde. Bêbados e animados, nao percebemos a noite chegar e a luz da cidade que entrava pelas janelas bem abertas para ventilar o ambiente bastava para iluminar de azul o rosto do primo.</p>
<p>Para minha surpresa, C. e D. adormeceram na varanda. O primo e eu, largados no chão ríamos com essa bobagem. Estávamos soltos e senti a mão dele na minha cabeça.</p>
<p>- &#8220;Komm her zu mir&#8221;, ele me pedia para que eu me aproximasse. E afagado assim eu me desfiz em beijos na sua boca rosada. E será que a cabecinha era da mesma cor? Por debaixo da camiseta ele guardava um peito durinho, definido e tinha poucos pelos. Alcancei com a ponta dedos seus mamilos macios. Será que tinham a cor dos lábios?  Afastamos nossos rostos num curto instante e aproveitei para ver se meus amigos ainda dormiam. E ríamos, nos beijávamos.</p>
<p>Nosso beijo tinha sabor de Trocken. Safado que estava, fiquei com a mão do cós da bermuda dele. E fiquei brincando ali, enquanto eu o beijava, emulando uma indecisão que não existia,porque eu queria o pau dele. O meu latejava e eu respirava o hálito do primo e isso era muito, muito excitante. E eu queria pegar naquele pau. Com indicador, busquei um caminho para chegar lá. Logo alcancei a cabecinha que já tinha saído pra fora da cueca. Gente, o pau dele babava. Eu brinquei com a baba na cabecinha dele e ele gemia, pedindo mais. Ele não era circuncidado e brincava com sua pelinha, com a baba na cabecinha, minha mão indo cada vez mais fundo. Eu estava com fome. Provei nos meus dedos o gosto do pau dele. Ele se arrepiou com a cena. Deslizei sobre o corpo dele e calmamente desabotoei sua bermuda. Dei mais uma olhada para meus amigos, que felizmente ainda dormiam.</p>
<p>Descobri apenas a cabecinha do pau dele, que brilhava só com a luz da rua e com a baba. Seu cheiro de macho que vinha do pau pulsante era enebriante. Mas deixei o melhor para depois. Abaixei a bermuda dele e lambi calma e umidamente sua virilha direita, depois a esquerda. Ele gemia. Agarrei suas coxas  e lambia seu saco de cima a baixo. Sim, os lábios e a cabecinha tinham a mesma cor. Subi pelo pau para ganhar o meu prêmio. Encostei a cabecinha do pau dele para sentir seu calor. Com a ponta da língua, provei o seu mel. Estava tão gostoso que passei a língua em toda sua cabecinha e comecei a engolir. Fui com fome e com sede até sentir sua pica encaixar no céu da minha boca, até senti-lo no fundo da garganta. Ele não acreditava no quanto eu o engolia. Com a outra mão eu me masturbava, ou agarrava o caralho dele. Ele se contorcia de prazer e começou a fazer movimentos de vai e vem na minha boca, me castigando. Ah, que rola gostosa.</p>
<p>Ele levantou a camiseta e pude brincar com seus mamilos, agora muito duros; sua pele, arrepiada. Ele arqueava as costas e me socava rola na boca. E o pau dele não parava de me pingar aquele doce mel.</p>
<p>Sua respiração estava muito rápida. Com as duas mãos, eu pegava na bunda bem formadinha dele e o ajudava a meter na minha boca. Ele arrancou meu rosto do seu pau e gozou, abafando o grito de prazer. Gozou muito e não parava. Notava que seu corpo todo se apertava para jorrar aquela porra toda. E eu juntei a minha porra à dele, em sua barriga que ensaiava ser tanquinho.</p>
<p>Ele me convidou para passar duas semanas na casa dele. Será que vou?</p>
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		<title>Quente, mesmo, é nos Jardins &#8211; parte 2</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 03:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Franco</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira transa quentíssima de Jorge com seu namorado.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=jorgissimo.wordpress.com&amp;blog=10114647&amp;post=21&amp;subd=jorgissimo&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de qualquer coisa queria fazer uma minúscula parte didática: nós, homens gays, na maioria dos casos, não queremos mudar de sexo. Não queremos ser mulher. Mas quando a gente acha alguém que faz a gente de putinha, daí é outra coisa.</p>
<p>Lógico que antes de socorrer o meu amigo H. eu peguei o telefone daquele maravilhoso da festa. E quando me senti saudoso do cheiro amadeirado do seu perfume e da maciez da bunda gostosa dele, liguei. Ah, que bunda gostosa. Recheava direitinho aquele jeans preto que ele usava. E, falando em recheio, na penumbra enchi a mão daquele pauzão gostoso, pesado, na medida. E como eu queria mais! Eu queria tudo, tudo dele.</p>
<p>Mas agora, passada quase uma semana do nosso encontro, tinha um problema: como ligar para um cara delicioso, por quem você nutre um especial interesse &#8211; que deixa a gente de perna bamba só de pensar &#8211; e <strong>não</strong> parecer desesperado. Sim, porque a fome por sexo é uma necessidade detectável à distância, e que afasta as pessoas. Então eu ensaiei ligar para ele durante a tarde, já que a concentração dedicada ao trabalho me era roubada por tantas cenas quentes, imaginadas para logo mais &#8211; se ele aceitasse o convite.</p>
<p>Convido-o para um café? Ou para uma &#8220;breja&#8221; &#8211; mais macho, não? E começo com &#8220;Olá, tudo bem?&#8221; ou  &#8221;E aí, brother?&#8221; Naturalidade, Jorge! Disquei e o coração acelerou quando ele atendeu. Risos nervosos. Ele gostou que eu liguei, está super receptivo. Eu vou respirando fundo e falando mais devagar para transmitir menos insegurança. Comentários sobre quem deu bas fond na festa. Ele perguntou do meu amigo e eu disse que não era nada demais. E disparo:</p>
<p style="padding-left:30px;">Querido, quer tomar um café comigo amanhã? A gente deixou um papo inacabado e eu te achei tão interessante&#8230;</p>
<p>É, foi meio sem jeito. Mas ele, solidário com a minha timidez e com a voz muito mansa, aceitou. De alguma forma eu escutava seu sorriso e eu desejava sua boca. Eu mal podia acreditar. Desligamos. Agora era pensar no mais importante, na roupa para encontrá-lo.</p>
<p>Fiquei numa mesa discreta na Galeria dos Pães. Ele chegou e salivei ao ver sua boca, seus olhos e sua mala. A energia durante esse café era impressionante. Algumas vezes tocamos as mãos. A princípio estávamos tímidos para trocarmos olhares, o que é muito paradoxal, porque para ele mostrar a rola para mim no canto da festa e eu apalpá-la não tinha vergonha. E olharmos nos olhos era mais íntimo que o beijo mais obsceno, ali na padaria. Os outros percebiam a energia. E eu queria acariciar seu rosto tão bonito, beijar seus olhos, acariciar seus cabelos. Ele diz:</p>
<p>- Quer dar um rolê comigo?</p>
<p>Fiquei em dúvida. Não queria que durasse uma noite só, então cogitei marcar para outro dia. Não dava para fugir de tanto tesão, e com ele saí da padaria para não sei onde. Não importava, nada importava.</p>
<p>Entramos no quarto, deixamos a luz baixa e sentamos na beira da cama. Ele tomou minhas mãos e as repousou nas suas coxas grossas. Suave o beijei os lábios. Respeitosamente o beijei. Suas mãos generosas e sem-fim, <em><a title="Escute a música Senza Fine, de Gino Paoli" href="http://www.youtube.com/watch?v=RwCf8pivoTg" target="_blank">senza fine</a></em><a title="Escute a música Senza Fine, de Gino Paoli" href="http://www.youtube.com/watch?v=RwCf8pivoTg" target="_blank">, como a música italiana</a>, acariciavam meus ombros, numa massagem firme e certa do que fazia, enquanto nos beijávamos. Com as mãos agora na minha nuca, forçou meus lábios com sua língua, e eu o aceitei. Nossas línguas embaralhavam nossa respiração. E eu respirava seu hálito de macho.</p>
<p>Os beijos não paravam. Ele ora me beijava profundamente ora suavemente, brincando com meus lábios, lambendo-os com a pontinha da língua e eu, de volta, mordiscava os dele. Minhas mãos acariciavam seu peito, suas costas. Mudos e entregues à delícia, tirei sua camisa. Ah, os pelinhos na quantidade que eu gosto. Deitando-o na cama, fiquei sobre ele.</p>
<p>Estrategicamente beijei seu queixo e desci para esfregar meu rosto no seu peito gostoso e aconchegante. Logo achei seus mamilos e os lambia e mordia suave. Ele, com cócegas, quis me tirar dali, mas eu o segurei pelos braços, como se o crucificasse e quisesse que ele morresse na minha boca. &#8220;Aguenta&#8221;, eu disse.</p>
<p>Ele jogou a cabeça para trás e gemia gostoso, de olhos fechados. Tiramos as calças e o meu pau latejava. Era minha vez, logo ele veio por cima de mim.</p>
<p>Beijou-me a testa. Que beijo bom na minha boca. E passeou com sua lingua seguindo o caminho até o meu cinto. Ele abriu a fivela, olhando-me como quem vai fazer traquinagem. Desabotoou minha calça e passava o rosto devagar na minha rola. Meu pau despontava por cima da cueca e eu implorei que ele tirasse minha roupa. E ele ficou nu também.</p>
<p>Senti sua barba de um dia quando ele começou a lamber meu membro de cima a baixo. Arfante, ele subiu, me olhou fundo nos olhos e deu um tapinha na minha bunda. Mas de tapa eu não gostava. E, segurando seu punho suavemente, disse com delicadeza que não fizesse aquilo. E ele disse que tudo bem, mas que ia mamar mais na minha tetinha. Nossa, tetinha! Ele vai mamar na minha tetinha! Não tinham se referido os meus mamilos assim antes. Mas entrei no jogo e implorei que ele mordesse uma e apertasse a outra. Ai, que delícia. Ele, de olhos fechados e pendurado no meu mamilo dava um prazer inexplicavel, como se num instante aquele homem tinha baixado toda a guarda. E, frágil, estava no meu peito.</p>
<p>E ele desceu e chupou meu pau com gula. Ele se esforçava para engolir tudo, até as bolas. Mamava com convicto. E se masturbava vigorosamente. Acho que a cabeça do meu pau estava tocando fundo na garganta dele. Que gostoso! Dai ele lambeu uma bola, depois a outra, e levantando minha coxa, mordeu minha bunda. Que cócegas gostosas. Ele me virou de bruços e fez pesar seu corpo sobre o meu. Seu peito macho e peludo nas costas e o pau dele pulsando na minha bunda. Ele me mordia a nuca. Me virei para beijá-lo.</p>
<p>Não, eu não queria dar assim logo de cara. Então me posicionei e de ladinho fizemos um meia nove muito guloso. Pegava na sua bunda gostosa. Que bunda perfeita. E eu sovava o saco no rosto dele. Era melhor parar senão ia gozar.</p>
<p>Mudei de posição e nos beijamos e batíamos punheta bem rapidinho um pro outro. E, ele com os olhos embaçados, falou baixo, num quase sussurro: &#8220;Goza, sua puta&#8221;. De leve, segurei seu queixo, colei o corpo no dele. E o beijei. E esporrei tanto, tanto na coxa dele, de leve beliscando seu mamilo. E ele começou a gozar também, muito forte. Seu corpo tremia a cada jato de porra. E senti que, por alguns instantes, ele estava num estado de consciência inferior e delicioso.</p>
<p>Depois do banho, pedimos mais um café.</p>
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